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Docentes exigem salário no início do mês e paralisação suas atividades nesta quarta feira.
Por: Redação - Data: 01/06/2016 - 13:16:27

Os professores querem que o Município use os recursos do Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação) para pagar os seus salários no último dia de cada mês sem a tolerância do 5º dia útil do mês.

De acordo com as leis vigentes os recursos do Fundeb devem ser aplicados na manutenção e no desenvolvimento da Educação Pública. No mínimo, 60% do valor devem ser destinados anualmente à remuneração dos profissionais do Magistério. Os demais 40% podem ser aplicados em ações de manutenção e desenvolvimento. Contudo, não há impedimento para que se utilize até 100% dos recursos do Fundeb na remuneração.

Cabe, então, ao prefeito em exercício, Paulo Ernesto Pessanha da Silva autorizar que a Secretaria Municipal de Fazenda pague os salários da Educação, com os recursos do Fundeb, até o ultimo dia de cada mês.

Para o prefeito o pagamento dentro do mês trabalhado e o certo, mas  é preciso fazer uma readaptação nas folhas de pagamentos já que a décadas vinha pagando os servidores até o 5º dia útil, utilizando parte de recursos do mês seguinte, com a mudança repentina tem que fazer  uma reavaliação de recursos para realizar a mudança e passar a pagar dentro do mês trabalhado.

Profissionais da Educação lembram os exemplos dos servidores do Legislativo e do Judiciário, que recebem do Executivo, em virtude do repasse do duodécimo constitucional. A decisão de buscar forma de pagar os professores  no último dia do mês é defendida pelo governo e pôr fim as paralizações  dos professores. A paralisação continuada pode fazer que o  ano letivo termine em atraso.

Hoje, os professores têm assembleia marcada com APLB sindicato. O encontro está marcado para 9h30, na quadra do Colégio Estadual. No mês passado, os servidores haviam paralisado pelo mesmo motivo, ficou decidido em assembleia pela continuidade da paralisação até que a prefeitura pague os profissionais dentro do sem trabalhado.

Com a paralização sete mil alunos ficaram sem aulas no município,  por falta de aviso a empresa responsável pelo transporte escolar transportou  os alunos  até as escola. Muitos desses alunos por falta de informação, compareceram as escolas  e outros vindos da zona rural, ficaram nas ruas até ser levados de volta para suas casas.

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