Conselho de Caciques Pataxó divulga carta e esclarece ação de desintrusão em Barra Velha

Giro de Noticias - 27/05/2026 - 08:45


O Conselho de Caciques do Território Pataxó Barra Velha de Monte Pascoal divulgou uma carta pública, datada de 25 de maio de 2026, na qual apresenta esclarecimentos sobre o processo de desintrusão em andamento na Terra Indígena Barra Velha, localizada no extremo sul da Bahia.

No documento, lideranças indígenas afirmam que a ação foi iniciada no dia 21 de maio e tem como objetivo garantir a posse do território tradicional, já demarcado e homologado desde 1991. Segundo o conselho, a medida busca conter um processo histórico de ocupações irregulares e venda ilegal de terras dentro da área indígena.

A carta destaca que, conforme a Constituição Federal de 1988, terras indígenas são inalienáveis e não podem ser comercializadas, sendo destinadas exclusivamente ao uso dos povos originários. As lideranças reforçam ainda que o direito ao território é originário, ou seja, anterior à formação do Estado brasileiro.

O documento também aponta falhas na atuação de órgãos federais, especialmente em relação à fiscalização e ao combate à grilagem. De acordo com o conselho, mesmo após determinação judicial em 2024 para criação de um Grupo de Trabalho (GT), a medida não foi implementada dentro do prazo, o que teria contribuído para o agravamento da situação.

Outro ponto abordado é a dificuldade enfrentada pela comunidade em buscar soluções legais. Segundo a carta, pedidos de desintrusão chegaram a ser negados na Justiça, além de enfrentarem resistência em instâncias do Ministério Público. Atualmente, o processo segue em tramitação e aguarda cumprimento em Brasília.

As lideranças também denunciam situações no litoral da região, onde áreas teriam sido cercadas, dificultando o acesso de indígenas a espaços considerados sagrados. O documento menciona ainda a existência de vendas ilegais de terras, inclusive com participação de pessoas induzidas ao erro.

Por fim, o Conselho de Caciques rebate informações que circulam sobre suposta violência durante a ação. Segundo a entidade, a desintrusão ocorreu de forma pacífica, durante o dia, com notificações prévias aos ocupantes. O grupo afirma que os envolvidos tinham conhecimento de que se tratava de território indígena homologado.

“A luta pelo território não é crime. Crime é vender terra indígena”, conclui a nota.

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COMENTÁRIOS

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Bando de vagabundos, esses índios filhos da puta ,vende os terrenos, aí depois de tudo pronto e valorizado toma,esses filhos da puta não tem coragem de trabalhar ,mas Deus tá vendo tudo ,a lei do retorno está próximo, já existe uma facção de vingadores tbm abre olho vcs em.
Eu

Eles mesmos se vendem por espelhos e agora que de volta kkkkkk "indígena é phoda"
Jujuba

É os próprios caciques q vendem os terrenos,depois querem de volta, principalmente em coroa vermelha,oq tem de gente q compraram terrenos e receberam da mão dos caciques o documento de compras e vendas, autenticadas,o governo tem q entrar em ação,pessoas q compraram terrenos não pode perder seus direitos,sua casa,e os caciques q vender e querer de volta devem ser punidos,devem pagar aos compradores todos os gastos com as casas.
Souza

É os próprios caciques q vendem os terrenos,depois querem de volta, principalmente em coroa vermelha,oq tem de gente q compraram terrenos e receberam da mão dos caciques o documento de compras e vendas, autenticadas,o governo tem q entrar em ação,pessoas q compraram terrenos não pode perder seus direitos,sua casa,e os caciques q vender e querer de volta devem ser punidos,devem pagar aos compradores todos os gastos com as casas.
Souza

Compra terra sem documento. Isso já era desenhado a tempo que ia acontecer
Anônimo

Tem q colocar mesmo esses brancos pra sair fora mesmo da nossa terra ,
Naô

Para de tentar cobrir o erro. Vocês vendem as terras, recebem o dinheiro, o novo proprietário investe na terra.... Por fim, vocês vão e roubam as terrar que foram compradas de vocês mesmos. Pegou o dinheiro gastou de cachaça e pedra e depois vem se fazer de vitima. Tem que desenhar ou já entendeu o problema aqui na região. Índio no sul da Bahia é igual a noia na Cracolândia em são paulo.
A verdade